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Saiba Quanto Custa a Contratação de Um Profissional pela CLT

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, compilados em agosto/16 pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), existem cerca de 10 milhões de trabalhadores informais em todo o Brasil. O elevado custo da contratação por CLT está entre as causas da informalidade.

Em entrevista para a revista Exame, a advogada Thais Mayumi Kurita informa “a multa por funcionário informal pode chegar a 30 vezes o valor de referência regional, e em caso de reclamação trabalhista, além da multa, são acrescidas indenizações e recolhimento de INSS e FGTS em uma única vez”.

Sendo assim, definitivamente, a informalidade não é o melhor caminho para nenhuma empresa.

Mas é válido lembrar que as despesas com pessoal incluem muito mais custos além do salário bruto.

Confira abaixo os custos que incidem em diferentes formas de contratação, suas vantagens e seus riscos.

 

Contratação por CLT

A Consolidação das Leis do Trabalho – CLT determina os direitos do trabalhador. Para o empreendedor, objetivamente, constituem encargos.  Soma-se a esses os do Imposto Nacional do Seguro Social – INSS e outros que podem estar definidos no acordo coletivo do trabalho, promovido por sindicatos entre empresas e trabalhadores.

Em um regime tributário simplificado para pequenas empresas os encargos mais comuns são:

13º Salário 8,33%
Férias 11,11%
INSS 20%
SAT Seguro Acidente de Trabalho Até 3%
Salário Educação 2,50%
Incra/Senai/Sesi/Sebrae 3,30%
FGTS 8%
FGTS/Provisão da multa de rescisão 4%
Previdência sobre 13º/Férias/ DSR 7,93%
TOTAL 65,18%

 

Isso mostra que apenas, 34,82% corresponde ao salário do funcionário. E ainda não estão sendo contabilizados encargos variáveis como vale-transporte, plano de saúde e auxílio alimentação, entre outros.

Empresas optantes pelo Simples não terão os encargos referentes ao INSS patronal, SAT, salário educação e contribuições ao Incra, Senai, Sesi ou Sebrae, mas mesmo assim é pesado para o orçamento do pequeno empresário.

Há ainda no mercado a contratação por PJ – pessoa jurídica, cooperativas e por terceirização.

Quer saber mais? Confira agora o crescimento do cooperativismo no Brasil.

Redação Empresas e Cooperativas

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