Coronavírus: mitos e verdades
O coronavírus foi identificado pela primeira vez em Wuhan, cidade da China. O primeiro caso reportado foi em 31 de dezembro de 2019. A disseminação do vírus foi evoluindo até se tornar a pandemia que o mundo enfrenta atualmente.
De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro registro de coronavírus no Brasil ocorreu no final de janeiro. Desde então o número de casos aumentou exponencialmente e inúmeros óbitos foram registrados, sendo São Paulo o estado com maior registro de infectados e mortos pelo vírus.
Desde o descobrimento da doença, diversas teorias e conspirações já foram criadas. Alguns pensam que o vírus seja uma arma biológica criada pelos chineses em laboratório. Outros acham que foi uma vacina contra o HIV mal sucedida. Há ainda os que acreditam que o vírus veio dos morcegos.
Com tantas suposições, resolvemos trazer no artigo de hoje todos os mitos e verdades sobre o novo coronavírus. Continue a leitura e confira.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o coronavírus é uma ampla classe de vírus que pode causar diversas condições, desde o resfriado comum até doenças mais graves, como a síndrome respiratória do Oriente Médio e a síndrome respiratória grave aguda.
O novo coronavírus é uma nova cepa previamente encontrada em humanos. Conhecido como 2019-nCoV ou COVID-19.
COVID significa COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), enquanto “19” se refere a 2019, quando os primeiros casos foram divulgados
A OPAS alerta que o coronavírus pode se espalhar direta ou indiretamente, por meio de superfícies ou objetos contaminados, através de secreções como saliva e gotículas respiratórias ou em contato próximo (menos de um metro) com uma pessoa infectada.
As gotículas respiratórias são expelidas quando as pessoas tossem, espirram, falam ou cantam. É possível contrair COVID-19 quando essas gotículas infecciosas entram na boca, nariz ou olhos.
O prazo entre a exposição ao vírus até o surgimento dos sintomas é entre cinco e seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.
Conforme disponibilizado na folha informativa da OPAS, os sintomas mais comuns do coronavírus são:
A maioria das pessoas (cerca de 80%) consegue se recuperar da doença sem tratamento hospitalar.
Os idosos e pessoas com outras condições de saúde, tais como hipertensão, doenças cardíacas e pulmonares, diabetes ou câncer, correm maior risco de apresentar os sintomas graves. Entretanto, qualquer pessoa pode contrair o COVID-19 e ficar gravemente doente.
A OPAS define algumas medidas de prevenção fundamentais na prevenção do coronavírus, confira:
Esperamos que esse artigo possa ter esclarecido suas dúvidas sobre a doença e desmistificado algumas informações compartilhadas na internet.
Procure atendimento médico imediato se apresentar tosse, febre, dispnéia (respiração difícil ou ofegante), falta de ar, dor, pressão no peito, distúrbios de fala ou problemas de mobilidade.
Ao procurar assistência médica, utilize máscara, mantenha distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas e evite tocar nas superfícies com as mãos.
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*Para construção desse artigo foram utilizadas as seguintes fontes:
– Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)
– Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
– Secretaria do Estado de Saúde de Minas Gerais
– Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Acesso em: 18/11/2020
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