O cooperativismo rural Chile vem ganhando destaque como modelo estratégico de desenvolvimento agrícola sustentável. Em parceria com a OIT e instituições chilenas, foi lançado um plano para fortalecer cooperativas rurais, aumentar produtividade e ampliar acesso a mercados. Neste artigo, vamos explorar esse caso internacional inspirador e refletir como esse tipo de iniciativa mostra que cooperar para crescer é ação concreta do campo ao mundo.
O governo chileno, por meio da Divisão de Associatividade e Cooperativismo (DAES), do Instituto Nacional de Associatividade e Cooperativismo (INAC-CORFO) e da OIT, lançou uma Proposta de Roteiro para Promover a Associatividade e a Formalização Rural através do Cooperativismo.
Nesse plano:
Esse tipo de aliança institucional — governo nacional + OIT + organizações do cooperativismo — constitui uma ação prática de cooperação técnica internacional em prol do fortalecimento rural.
Além disso, o Chile sediou em maio de 2025 a Conferência Internacional “Cooperativas: Productividad y Desarrollo Territorial”, organizada com apoio da OIT, FAO e CEPAL. Nesse evento reafirmou-se que as cooperativas são aliadas centrais no desenvolvimento territorial sustentável.
Esses desafios são comuns a cooperativas rurais em diversos países, inclusive no Brasil. Mas o case chileno mostra que com coordenação, apoio institucional e visão de longo prazo, é possível transformar o campo.
Se o Chile já avança nesse caminho, que possamos nos inspirar para promover cooperação e fortalecimento no Brasil — do campo para o mundo.
O caso chileno mostra de forma muito clara que cooperar para crescer não é filosofia abstrata, mas ação estratégica que transforma realidades. Com união, visão e apoio internacional, o agronegócio cooperativo pode ir além dos limites locais e alcançar mercados globais.
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